
| Resenha: O andar do bêbado |
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Por Anne Medeiros
Ainda no prólogo, ele cita o caso de um homem que ganhou na loteria nacional espanhola com um bilhete que terminava com o número 48, que orgulhoso do seu feito, revelou a teoria que o levou à fortuna: “Sonhei com o número 7 por 7 noites consecutivas”, disse, “e 7 vezes 7 é 48”. Este e outros exemplos do livro – cujos temas vão desde jogos de azar, passando por resultados esportivos, sucessos de bilheteria a diagnósticos médicos – ilustram como as pessoas dificilmente sabem reconhecer o acaso, pois a mente humana foi configurada para encontrar ordem onde ela não existe. No fim, resta somente uma certeza: estamos sujeitos a forças que nenhum sistema ou indivíduo pode controlar plenamente e que a consciência do acaso pode ser libertadora. SERVIÇO | O ANDAR DO BÊBADO
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