4 comidas que são boas de comer na rua e em casa!

Você é daquele tipo de pessoa que “nada se compara à uma comidinha caseira”? Com a rotina cada vez mais corrida, almoçar ou jantar na rua é cada vez mais comum. E são várias as opções para quem está com fome: cachorro-quente, sanduíches, comida mexicana, pizza etc.

A comida caseira ainda é atrativa, mas com tanta variedade de opções, comer na rua tornou-se um recurso mais rápido para os trabalhadores e estudantes. Dessa forma, não é preciso carregar uma marmita na bagagem, o que deixa a mochila mais leve e com menos risco de possíveis vazamentos — como o caldo do feijão.

O mercado de food trucks vive expectativa positiva em 2019, o que mostra que a alimentação fora de casa é uma das preferências do brasileiro. Se você é uma dessas pessoas e quer conhecer 4 ótimas opções para comer em casa e na rua, continue a leitura!

1. Cachorro-quente

Uma das opções mais tradicionais é o cachorro-quente. A receita varia conforme a região, no Rio de Janeiro a salsicha vem acompanhada de uvas passas, em São Paulo, o purê de batata é um dos ingredientes mais utilizados, por exemplo.

Mas o tradicional: pão, salsicha, vinagrete, molho de tomate e batata-palha não pode faltar. O cachorro-quente fica ainda mais gostoso quando acompanhado por ketchup e mostarda, mas há também quem goste de colocar maionese.

Independente da receita, essa é uma opção rápida e — geralmente — barata para quem está com fome na madrugada ou precisa comer no intervalo do trabalho para a faculdade.

2. Sanduíche

Os sanduíches podem ser uma opção mais atraente para quem está com uma fome maior. Isso porque há mais variedades de sabores e ingredientes, podendo ser mais apetitosos e proporcionando melhor sensação de saciado.

É possível encontrar trucks que vendem sanduíches com hambúrgueres caseiros, com um peso superior até a 150g. Como também é possível comprar sanduíches naturais e vegetarianos.

Há também locais que oferecem diferentes molhos além dos tradicionais ketchup, mostarda e maionese.

3. Massas

Além das opções citadas, uma variedade que está sendo cada vez mais comercializada na rua são as opções de massas. Além das pizzas, é possível comprar macarrão, lasanha, nhoque etc.

Para serem rápidos, os food trucks que trabalham com massas podem oferecer a possibilidade do cliente formar o seu prato: com um tipo de macarrão, molho — geralmente branco ou bolonhesa — e acompanhamento.

As pizzas e lasanhas, costumam ser pré-formadas. Nesse caso, o consumidor pode escolher o sabor no momento da compra.

4. Comida mexicana

Há quem goste de fazer um guacamole em sua casa para receber os amigos. Como a receita é bem simples e rápida, tornou-se uma opção para variar o cardápio em um momento de confraternização.

A culinária mexicana também é uma das opções em restaurantes e food trucks. Neles, há uma opção variada de tortilhas, guacamole, burrito, nachos etc. Por ter um preparo rápido, pode ser uma alternativa atraente para quem não tem muito tempo disponível.

Não importa se você é adepto do cachorro-quente ou de uma comida vegana, de fato, as opções de alimentação na rua tem crescido cada vez mais. Isso está alinhado à agilidade exigida por uma sociedade cada vez mais dinâmica.

O que achou achou da nossa lista? Conhece outras opções de comida? Compartilhe o nosso conteúdo em suas redes sociais e veja o que seus amigos mais gostam de comer na rua!

O que fazer quando companhias aéreas te passam para trás?

Para muitos, viajar é a realização de um sonho. Mas problemas com companhias aéreas podem transformar esse momento em verdadeiros pesadelos. Existem diferentes cenários que podem prejudicar a experiência dos viajantes, tais como: extravio de bagagem, atrasos no voo, cancelamento e o famoso overbooking. Aliás, você já se perguntou o que é overbooking?

É rotineiro que alguma pessoa tenha sua viagem cancelada por conta desse problema. Embora comum, a prática é ilegal e os viajantes têm direitos de ressarcimento em alguns cenários.

No conteúdo de hoje, vamos falar sobre os problemas mais comuns que podem prejudicar a vida dos passageiros e como agir nessas situações. Acompanhe!

Problemas que podem acontecer com as companhias aéreas

Segundo a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), as companhias aéreas brasileiras bateram o recorde de passageiros em 2019. Até o mês de agosto, 102,4 milhões de pessoas realizaram o transporte aéreo para destinos nacionais e internacionais.

Esse valor representa um aumento de 4,1% se comparado com todo o ano de 2018. Além disso, o valor total de viajantes cresceu durante 22 meses consecutivos em voos domésticos e 27 em voos internacionais.

Com esse crescimento, é possível que os problemas cresçam. Por isso, antes de começar a viagem é seguro conhecer as situações adversas que podem ocorrer.

Atraso no horário de embarque e partida

Antes de entrar no avião, os passageiros precisam aguardar que a aeronave estacione e esteja preparada com toda sua tripulação. Mas muitas coisas podem levar a espera no salão encarando as mudanças no horário de voo.

Os atrasos podem acontecer por condições climáticas — do local de partida ou de chegada —, tráfego aéreo, normas de descanso para a tripulação, problemas técnicos etc. De atraso em atraso, as condições podem levar para outro problema que veremos a seguir.

Cancelamento da viagem

Quando a companhia aérea a cancelar uma viagem é comum que os passageiros tenham reações negativas. Essa situação prejudica todo o cronograma da pessoa, seja com check-in em hotel, conexões com outros voos, perda de compromissos etc.

São vários os motivos que podem levar ao cancelamento da viagem, alguns deles são: condições climáticas, voos com baixa ocupação, passageiros não localizados, tráfego aéreo, excesso de movimento no aeroporto, entre outros.

Overbooking

Mas, afinal, o que é overbooking e porque ele acontece? Em alguns casos, os passageiros não recebem uma explicação clara sobre o cancelamento. Mas a preterição de embarque acontece quando a companhia aérea vende mais bilhetes do que a capacidade de lugares na aeronave.

Esse cenário pode acontecer, por exemplo, quando algum passageiro perde uma conexão e precisa ser realocado em outro voo ou quando há um ou mais cancelamento de viagens, por questões técnicas ou climáticas.

Medidas as serem tomadas em situações como essas

A Agência Nacional de Avião Civil (ANAC) protege os passageiros em problemas de voos. Todas as possibilidades que levam a um overbooking, por exemplo, estão descritas na resolução 141, tornando a prática ilegal.

As empresas que cometem overbooking podem ser penalizadas com o pagamento de indenização para os passageiros prejudicados. Portanto, quando a pessoa estiver em uma situação como essa é fundamental saber quais medidas tomar.

Os passageiros têm o direito de entrar com ação de danos morais contra as companhias aéreas, requerendo não apenas o ressarcimento da passagem ou um reagendamento da viagem, como um valor compatível com os prejuízos causados pelo problema.

Para tanto, é fundamental reunir provas de que o passageiro compareceu ao check-in dentro do prazo pela empresa. Tirar foto do cartão de embarque, registrar reclamação no balcão da companhia, fotografar os passageiros aguardando são maneiras de gerar essas provas.

Com esses documentos, o passageiro deve comparecer a um escritório da ANAC ou do Juizado Cível, ou ainda procurar o Procon.

Além de entender o que é o overbooking e todas as outras situações que podem transformar a sua viagem em um momento de dor de cabeça, é essencial saber o que fazer quando passar por essas situações.

Que tal compartilhar esse conteúdo com os seus amigos para eles conhecerem os seus direitos em cenários parecidos? Compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais!

O que fazer legalmente quando alguém morre?

A dor de perder um ente querido é algo muito profunda. Mas, além dessa questão, quando um familiar ou amigo falece, existem outras questões e demandas que precisamos nos atentar. É a parte burocrática da morte. Comprar jazigos, providenciar o funeral, dar entrada no testamento e diversas outras ações.

A verdade é que, de uma maneira geral, ninguém está preparado para a morte. Nem para lidar com a dor do luto e muito menos para entender as diversas exigências burocráticas que o morrer ocasiona.

Se você também tem dúvidas sobre o assunto, veja as dicas importantes que separamos!

Providenciar os jazigos e organizar o velório

Logo após a confirmação da morte, é importante que a família já comece a se movimentar em relação ao sepultamento. Nem todos possuem um jazigo familiar e nessas horas, com a dor da perda falando mais alto, nem sempre tomamos as melhores decisões.

Por isso, uma dica importante, é sempre tentar comprar jazigos ainda em vida – o que permite que o bem seja parcelado (já que nem sempre ele é barato) e ainda traz mais tranquilidade aos que ficam.

Vários cemitérios realizam essa modalidade de compra antecipada. Na região de Belo Horizonte, um bastante conhecido é o Parque Renascer que promove a venda de jazigos e também de planos funerários.

Decidido onde será o sepultamento, é hora de preparar a remoção do corpo e dar início às questões funerárias. Isso envolve: preparo do corpo, ornamentação do local do velório e demais homenagens fúnebres.

Em geral, a funerária é uma grande “aliada” dos que ficam, pois ela costuma dar entrada em documentos importantes, como a certidão de óbito e até realizar o transporte do corpo ao local do velório.

A certidão de óbito, inclusive, é um documento importantíssimo e caso a funerária não realize esse trabalho, a família deverá fazê-lo.

Para tanto, um familiar deverá se dirigir a um Cartório de Notas com os documentos pessoais do falecido e também seus (provando o grau de familiaridade), o atestado de óbito fornecido pelo hospital e informar dados físicos de quem partiu, como idade, altura, local de residência etc.

Com esse documento, será possível dar continuidade nos demais trâmites burocráticos.

Comunicar a morte

Normalmente, o próprio cartório fará a comunicação da morte para outros órgãos federais, estaduais ou municipais, como a Justiça Eleitoral e o Detran. Mas se isso não acontecer, a família deverá procurar o escritório desses locais para que seja feita uma anotação na carteira de motorista e também cancelado o título de eleitor.

Além disso, é preciso entrar em contato com o banco. Se o falecido tinha uma conta conjunta, o outro titular poderá movimentá-la sem a necessidade de uma autorização judicial. Mas, atenção: você não poderá retirar todo o dinheiro no caso de existirem outros herdeiros, afinal esse valor será acrescido à herança e compartilhado segundo o inventário. E mesmo nas contas conjuntas é preciso informar ao banco sobre o falecimento.

Agora, se o falecido era titular único de uma conta, a família não poderá encerrá-la e retirar o dinheiro. A conta ficará bloqueada e o valor será usado para pagar as dívidas de quem faleceu e o desbloqueio só ocorre por meio de autorização judicial, com o valor sendo dividido em herança e inventário.

Lembre-se de cancelar as demais contas em nome do falecido: internet, TV a cabo, aluguéis de imóveis etc. A principal dica é entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor e buscar mais orientações para cada caso específico.

Separar os bens e preparar o inventário

O inventário, ao lado da certidão de óbito, são os documentos mais importantes quando alguém falece. Para dar entrada nele, existem duas possibilidades: via cartório (extrajudicial) ou via justiça (judicial).

Podem recorrer ao cartório aqueles casos em que não existe nenhum tipo de disputa em relação à divisão de bens e nem herdeiros menores de idade ou incapacitados.

Agora, se existem herdeiros com menos de 18 anos ou incapazes, ou se vocês não concordam com a divisão, o testamento deverá ser feito via judicial – e poderá demorar mais para sair.

Ambos, contudo, exigem a presença de um advogado de família e é este profissional que lhe orientará em relação a todos os trâmites.

Um passo importante é verificar, antes, se o falecido deixou algum tipo de testamento. Lembre-se que existe a possibilidade de ele ter deixado esse documento sem que ninguém soubesse (chamado de testamento cerrado). Então converse com o advogado de família que fará uma pesquisa na base de dados dos cartórios.

Caso exista esse testamento, será preciso seguir a divisão de bens conforme o falecido desejava. Se não houver, a divisão seguirá o que ordena a justiça. De qualquer forma, os herdeiros necessários são sempre resguardados, ou seja, cônjuge e filhos.

Além desses, existem outros pontos importantes, como: dar entrada em solicitações de pensões por morte e auxílios, pagar as taxas de sepultamento e de manutenção dos jazigos, separar e doar os pertences do falecido, entre outras questões.

Como você viu, são muitos os passos e burocracias envolvidos quando alguém morre. Por isso, estar preparado e bem informado é tão importante.

Muitos desses passos podem ser tomados em vida, como a compra de jazigos ou o preparo do testamento – e ajudam bastante os que ficam, já que evita que eles tenham que tomar decisões difíceis ou lidar com questões financeiras.

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Como fazer uma petição para pequenas causas?

Antes de procurar o Juizado Especial Cível, antes chamado de Juizado de Pequenas Causas, saiba que nem todos os casos podem ser resolvidos no órgão, cujo objetivo é tramitar problemas judiciais de valor mais baixo de modo informal e com mais rapidez.

Há casos também que podem ser resolvidos através de outras empresas. A NãoVoei, por exemplo, é especialista em ajudar viajantes com pequenas causas quando seus direitos como passageiros de avião não foram respeitados.

Neste post, vamos explicar quais casos se enquadram como pequenas causas, quando é preciso fazer uma petição e como fazê-la.

Critérios para entrar com uma petição em pequenas causas

A petição inicial é um instrumento em que o autor da ação explica para o servidor do Poder Judiciário qual é a origem e os motivos de ele acreditar que foi lesado por determinada pessoa ou empresa. Através do documento, ele pede que suas legações sejam analisadas e que alguma providência seja tomada contra o réu.

Exemplos de pequenas causas: compras feitas online, direitos do consumidor, cobrança de dívidas, descumprimento contratual, conflitos entre vizinhos ou de condomínio, reparação de danos e assuntos de trânsito que envolvam no máximo 40 salários mínimos. Nos casos de valor abaixo de 20 salários mínimos (R$ 19.760,00), não é necessário contratar um advogado.

Há alguns requisitos para entrar com uma ação no JEC:

  • Proponente: apenas pessoas físicas e microempresas. Em um Juizado de Pequenas Causas, as pessoas jurídicas somente podem ser réus.
  • Valores: os valores implicados na ação não podem ser superiores a 40 salários mínimos (R$ 39.520,00).
  • Advogados e defensores públicos: não é necessária a assistência de um desses profissionais nos casos de ações que envolvem menos de 20 salários mínimos . 

Como fazer uma petição

A petição inicial pode ser entregue pronta ao Juizado. Nesse caso, deve ser preenchida em um editor de texto e conter todos os dados do problema e fazer o seu pedido. O documento será protocolado e o cartório confirmará a data da audiência de conciliação.

Já a petição online somente pode ser feita se o consumidor ou seu advogado tiverem assinatura eletrônica.

Se você precisar de ajuda para fazer a petição é só ir até o fórum levando documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de residência e os documentos que comprovam o problema como orçamentos, notas fiscais, números de protocolo, contratos, etc. Lá você será encaminhado para o setor de atermação onde você terá a assistência de um funcionário que vai elaborar a petição e fazer seu pedido. A seguir, o documento será protocolado e o cartório confirmará a data da audiência de conciliação.

É importante levar também os dados da pessoa ou da empresa que você deseja processar como nome, CPF ou CNPJ, endereço, nomes e endereços de testemunhas, etc.

Nos casos em que as testemunhas não se dispõem a comparecer à audiência por espontânea vontade, o autor da ação pode solicitar ao juiz a intimação dos mesmos, até cinco dias antes da audiência.

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Direito à saúde: qual é o quadro brasileiro?

Vivemos em um país cuja constituição garante o direito a saúde e educação para todos os seus cidadãos, mas que falha na hora de pôr em prática o que diz a lei em virtude da má gestão das autoridades competentes.

Tanto o direito à saúde, quanto à educação derivam de um princípio bem importante, o da dignidade humana. Este atributo influencia diretamente a atuação de diversos ramos da saúde no Brasil, como por exemplo, o da ginecologia.

A chave para compreender o papel e o funcionamento da ginecologia parte de entendermos um pouco mais sobre o direito à saúde e educação. Continue lendo este texto e saiba mais a respeito. Confira!

Responsabilidade do estado

O artigo 6° da Constituição Federal define, entre outros direitos essenciais, a saúde e a educação como direitos fundamentais para que se oferecem condições mínimas para que a pessoa viva em sociedade.

Já outros artigos da Constituição Federal determinam que é obrigação do Estado desenvolver políticas sociais e econômicas que garantam o acesso universal igualitário a ações que promovem, protegem e recuperem a saúde de todos os seus cidadãos.

Além disso, a Constituição Federal também exige que essas ações em prol da saúde se tornem realidade, através de políticas e unidades públicas de saúde, com os profissionais de saúde se comprometendo ética e juridicamente a atender a todos.

Políticas públicas de saúde

A Políticas públicas de saúde são de responsabilidade do Estado e seguem a linha de prevenir e promover a saúde, segundo duas diretrizes básicas: Atenção básica e a Assistência Primária.

O Estado legisla, estabelece e permite que as políticas públicas se dêem em duas frente, o SUS (Sistema Único de Saúde) e as instituições privadas de saúde, como por exemplo os hospitais públicos e as clínicas particulares da ginecologista bh, respectivamente.

A ginecologia e a obstetrícia são especialidades voltadas a cuidar da saúde da mulher e o seu funcionamento se dá nas duas frentes, já mencionadas, e na atuação e promoção de ações que dêem atenção e assistência para a mulher, visando prevenir e curar patologias diversas.

O financiamento da saúde e a distribuição dos recursos públicos a ela designados

A gestão dos recursos públicos destinados a saúde é idealizada sob estimativas de gastos e a atribuição de recursos. Aí entram por exemplo a capacidade financeira do Estado em adquirir novas tecnologias para tratamentos e diagnósticos, em pesquisa e prevenção de doenças.

Tanto o financiamento quanto a distribuição de recursos são estabelecidos por lei, que tratam de matérias específicas e relacionadas a saúde. Porém, qual a distância entre o que diz a lei e o que acontece na prática? De que forma os problemas de má gestão afetam os serviços de saúde da mulher, como os de ginecologia?

Mais do que compreender o que está inscrito na lei sobre o Direito a saúde e educação, é necessário ter voz ativa para cobrar do Estado que ele faça uma gestão digna e eficiente das políticas públicas.

E que também, as instituições de saúde ofereçam o que há de mais moderno e avançado para o tratamento e a cura de doenças, de especialidades como a ginecologia, cujo papel é importantíssimo para a população feminina.

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Até a próxima!

 

Como ter sucesso com vendas na internet no Brasil?

Quem deseja abrir um negócio e faturar na internet no Brasil precisa estar ciente de todas as etapas necessárias para ter sucesso. É necessário garantir que todas as comodidades oferecidas pelo e-commerce estejam disponíveis para que os consumidores comprem, acompanhem as compras, façam os pagamentos, entre outras tarefas, sem maiores problemas.

Atualmente o público é muito mais exigente e é preciso satisfazer as demandas dele. Contudo, no caso da internet, esse fator envolve certos elementos técnicos que dizem respeito ao funcionamento da plataforma de vendas ou a forma como sua loja será encontrada pelas pessoas, por exemplo.

Por isso, veremos algumas práticas que devem ser implementadas pelas empresas para ter sucesso com vendas na internet. Confira!

Tenha um site completo

Ele precisa funcionar bem e ter todos os requisitos de usabilidade para que os visitantes tenham uma boa experiência de navegação e facilidade em comprar. O desing precisa ser limpo, com imagens leves, poucas cores e ser resposivo, ou seja, se adaptar aos diferentes formatos de tela. Ainda, é imprescindível prezar pela segurança do site, a fim de evitar ataques ou roubo de informações.

Disponibilize multicanais de acesso

Sua loja deve estar ao alcance dos consumidores, na internet, isso significa participar de diversos canais utilizados pelo seu público-alvo, inclusive, para o atendimento. Geralmente, as grandes empresas da internet no Brasil possuem comunicação via chat, e-mail, telefone, aplicativos de mensagens, entre outros. Além disso, pode ser interessante participar de market places para aumentar seu alcance.

Reúna uma equipe capacitada

Fazer todo o trabalho de montar e operar uma loja virtual sozinho pode não ser uma boa ideia, é preciso contar com uma equipe treinada em diversas especialidades. Mesmo que você use serviços terceirizados, certifique-se de se cercar de bons profissionais de TI, design, conteúdo, marketing, entre outros, para garantir que seu negócio esteja em boas mãos.

Invista em SEO

Essa sigla, em inglês, significa SEARCH ENGINE OPTIMIZATION
ou Otimização para Mecanismos de Busca, em bom português.

É um trabalho que visa a melhoria da encontrabilidade de um site nos mecanismos de pesquisa, como o Google, Yahoo, etc. Como as primeiras posições de certos termos buscados são muito disputados, é necessário um duro trabalho de SEO para conquistar uma boa colocação nesses rankings.

Faça a gestão do negócio

Após o cliente finalizar a compra, começa uma parte do trabalho que requer muito cuidado e organização. Se os pedidos não forem gerenciados corretamente, a logística não funcionar, faltarem produtos no estoque, problemas com relatórios, entre outros, as mercadorias podem chegar com atraso, ou nem chegarem, e sua reputação ficará manchada. Então, se capacite sobre todos os processos de gerenciamento da sua loja virtual e deixe seu negócio com um padrão de operação profissional.

A internet no Brasil pode ser um grande espaço de comércio e é possível faturar bastante com a venda de produtos. No entanto, é essencial ter planejamento, estar por dentro das tendências e se capacitar. Somente dessa forma será possível obter a vantagem competitiva para alcançar o sucesso.

Mostre aos seus amigos como eles também podem lucrar na internet. Compartilhe este post nas suas redes sociais!

Guia Cultural

Olá, meu nome é Pedro!

Tenho 25 anos e sou formado em gastronomia pela Universidade Federal de Pernambuco.

Atualmente moro na capital mineira. Criei esse blog como guia cultural para falar sobre gastronomia, festas, culturas e lugares interessantes do nosso Brasil.

Irei compartilhar todo meu conhecimento e pesquisa que farei com muito carinho e dedicação para vocês dentro desse guia cultural!

Qualquer coisa podem entrar em contato com soltonacidadeblog@gmail.com