Pensando no futuro: 3 soluções para salvar as nossas cidades!

Para “salvar” nossas cidades e assegurar um futuro sustentável às próximas gerações é preciso mudar comportamentos, passando a empregar os 3 R’s (reduzir, reutilizar e reciclar) em nosso consumo, e adotar soluções de mobilidade menos poluentes. Também é necessário fomentar matrizes energéticas “limpas”, como a energia solar, até mesmo em nossas casas.

Aliás, há muitas fontes com potencial de geração de eletricidade que não produzem tantos poluentes, não afetam significativamente ecossistemas e, portanto, não agridem tanto o meio ambiente. Neste artigo, apresentaremos algumas das principais. Portanto, continue lendo para saber quais são elas!

1. Energia solar

Nesse tipo, a eletricidade é produzida por meio de células fotovoltaicas presentes em painéis, placas ou filmes que captam os raios solares. O segmento energético está em expansão, tanto que, em dois anos, a quantidade de instalações de painéis solares no país avançou de 7.400 para 49 mil unidades, fazendo dessa fonte uma das que apresenta maior sucesso no Brasil.

Na cidade, uma das vantagens dessa matriz energética é a possibilidade de constituir o chamado sistema fotovoltaico conectado à rede (On Grid). Ele consiste na interconexão de painéis solares instalados em prédios, casas e outras estruturas urbanas com a rede de distribuição elétrica convencional.

Dessa forma, uma casa pode ser abastecida simultaneamente pelo sistema tradicional e por placas fotovoltaicas instaladas em seu telhado. Além do mais, caso a energia produzida pelas células fotovoltaicas seja superior ao consumo elétrico dos equipamentos da residência, ela pode ser enviada à rede de distribuição. Isso gera crédito para abatimento na conta de luz.

2. Energia maremotriz

Essa opção é voltada para cidades litorâneas e para regiões costeiras extensas, em que há grande incidência de ondas. O Brasil, por exemplo, tem cerca de 9.200 km de litoral (considerando reentrâncias e saliências).

A produção pode ser feita por uma usina composta por módulos, que contam com flutuadores, braços mecânicos e bombas hidráulicas interligadas a sistemas fechados de água doce (sem contato com a água salgada).

As ondas movimentam os flutuadores, os quais acionam as bombas que, por sua vez, movimentam a água doce em um ambiente de alta pressão. Ela vai a um acumulador, em que há ar e mais água — os dois comprimidos em uma câmara hiperbárica. Um jato é expelido dela, impulsionando uma turbina que, por sua vez, produz energia elétrica.

Um dos benefícios da usina de energia maremotriz modular é que ela pode ser aumentada com a instalação de mais módulos, ampliando sua capacidade de produção energética.

3. Energia eólica

Cidades em que há bastante vento podem se beneficiar da energia eólica, a qual é produzida por intermédio de aerogeradores que captam os ventos com uso de hélices.

Em uma dessas estruturas, as hélices ficam ligadas a uma turbina que, por sua vez, é conectada a um gerador de eletricidade. Desse modo, quando as hélices são movimentadas pelo vento, a turbina e o gerador são acionados, produzindo energia elétrica.

Os parques eólicos são instalados em regiões abertas, de modo que cidades localizadas em planícies, campos ou regiões amplas em que têm muito vento tendem a se favorecerem dessa matriz energética. Além disso, essa matriz evita a emissão de CO2 para a atmosfera, contribuindo para a redução na emissão de poluentes.

Por fim, vale ressaltar que investir em novas matrizes para geração de eletricidade — como em energia solar, eólica e maremotriz — é essencial para preservar a qualidade de vida e a saúde nas nossas cidades.

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